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Quando Ishtiaq foi pagar pelo chá, o dono percebeu que ele estava usando um colar com uma cruz e o segurou e mandou seus empregados pegarem qualquer coisa com que fosse possível bater no jovem, pois havia violado um alerta, que estava na porta, de que não-muçulmanos deveriam falar sua religião antes de serem servidos. Ishtiaq não viu o aviso antes de pedir seu chá.
O proprietário e 14 de seus funcionários agrediram Ishtiaq com pedras, aros de ferro e clavas e o esfaquearam muitas vezes com facas de cozinha, enquanto Ishtiaq implorava por misericórdia.
Os outros passageiros finalmente intervieram e levaram Ishtiaq para o centro médico do vilarejo. Lá, o jovem morreu por causa dos ferimentos na coluna, cabeça e peito. O médico contou que Ishtiaq teve hemorragia interna, fratura no crânio e danos cerebrais.
O proprietário é conhecido por ser um muçulmano fundamentalista e todos os seus funcionários são estudantes em Madrassas (seminários islâmicos).
A família de Ishtiaq disse que prestaram queixa na polícia contra Ali. Apesar de ter registrado o caso, a polícia não fez nada para prender Ali ou seus funcionários.