Tempo é uma questão de preferência, creio que esta é a melhor definição para este termo. E sobre essa questão de tempo, temos duas situações, digamos que uma seja a escassez do tempo e a outra a preferência.Quando uma pessoa diz não ter tempo para realizar algo, ela pode estar ocupada ou não.
Creio que você já deve ter visto uma situação semelhante; alguém que estava muito ocupado, mas parou tudo o que estava fazendo por algo que lhe chamou mais atenção. Opção de preferência.
Portanto, quando você diz: “eu não tenho tempo”, você está dizendo: “eu não prefiro isso”.
Com isso, então, chegamos à conclusão que tempo é prioridade. É claro que existem aqueles momentos em que você não pode abrir mão de uma determinada situação, mas todos nós temos vinte e quatro horas. E, se tem uma coisa que Deus deu a todos igualmente, foi o tempo.
Você, querido leitor, que está lendo este livro, optou por lê-lo. Abriu mão de outras atividades, deixando de ir ao cinema, ou de assistir um programa na televisão. Sendo assim, chegamos à conclusão de que tudo o que estamos fazendo é uma questão de preferência, ou se preferir, de prioridade.

O apóstolo Paulo escreveu a Carta aos Romanos, da cidade de Corinto para a igreja em Roma, e ele a escreveu por volta do ano 57 ao ano 60.
O livro de Jonas foi escrito no ano de 853 a.C.
Que alegria maior poderia haver do que a salvação em Cristo, salvação essa que um dia nos foi anunciada por meio daqueles que dela ouviram
A Palavra de Deus diz que “de fato, sem fé é impossível agradar a Deus, porquanto é necessário que aquele que se aproxima de Deus creia que ele existe e que se torna galardoador dos que o buscam” (Hebreus 11.6).
Deus nunca experimenta o que chamamos de surpresa. Tudo o que existe, todos os fatos históricos Ele já os conhece. Deus não está preso ao tempo, para Ele, tanto o presente, como o passado e o futuro são iguais.
Como você se vê diante de Deus?
Na semana em que chegamos à 60ª edição da Série Mensagens, comemoramos também o 60º aniversário do nosso amado pastor, Márcio Roberto Vieira Valadão.
“O meu povo está sendo destruído porque lhe falta o conhecimento.” (Oséias 4.6). Tendo conhecimento da Palavra e vivendo-a, não seremos destruídos. A Escritura diz: “O povo que conhece ao seu Deus se tornará forte e ativo.” Mas, muitas vezes, você atribui isto a outra pessoa: “Isto é para o pastor”, você diz. Não! Esta palavra é para você.
Nos dias atuais, é possível perceber a busca incansável das pessoas para resolver os inúmeros problemas da vida. Vivemos tempos difíceis, quando muitos têm sido enganados por não considerarem as verdades contidas nas Santas Escrituras. Tudo o que está escrito na Bíblia é para o nosso ensino.
Se existe um sonho que quase todos almejam enquanto cristãos verdadeiros é o do avivamento. Todos nós queremos ver a Igreja cheia do Espírito Santo. Queremos, sim, experimentar um grande e glorioso avivamento espiritual, mas é muito importante dizer que esse avivamento é fruto de uma intervenção divina e algo que vem tão somente pela oração.
Sabemos que a Palavra de Deus é mais do que um livro. É a pessoa viva chamada Jesus. A Escritura diz: “No princípio era o Verbo – a Palavra –, e o Verbo estava com Deus, e o Verbo era Deus. [...] E o Verbo se fez carne e habitou entre nós, cheio de graça e de verdade, e vimos a sua glória, glória como do unigênito do Pai.” (Jo 1.1, 14).
Nestes últimos dias, o Espírito Santo trouxe ao nosso coração uma necessidade tremenda de compartilhar com os irmãos acerca do que é realmente ou significa ser a Igreja. Se Adão, por exemplo, no Jardim do Éden, soubesse quem ele era, não teria feito o que fez, ou seja, não teria desobedecido a Deus, privando a si mesmo da comunhão plena e irrestrita com o Pai.
Há e deve haver propósitos a cada ano que se inicia. Não para contarmos os dias ou para ficarmos mais velhos. Absolutamente! O propósito de Deus em nos conceder anos de vida não é para envelhecermos. Tudo tem uma razão, e há sempre “um propósito debaixo do céu”, como diria o sábio Salomão ao escrever o livro de Eclesiastes.
O autor das cartas de João foi o próprio João, o Apóstolo. Ao lermos essas cartas e o Evangelho que leva seu nome, percebemos algumas semelhanças, pois é fácil identificá-las, já que o próprio João as sinaliza.
Vamos estudar a Primeira Carta de Paulo aos Coríntios. Essa Carta é um dos textos mais gloriosos da Palavra do Senhor.
Em todos os atos e todas as ações de Deus, há um propósito. Nada Ele faz por acaso.
Deus é um Deus que fala. Ele nos fala pela sua Palavra, e também por meio de sonhos, pela própria natureza e em profecias.
Nesta edição de mais uma Série Mensagens, vamos estudar a história de um homem que se tornara cego e ansiava pela cura de sua visão.